"In your brown eyes

I walked away

In your brown eyes

I couldn't stay"

Quarta-feira, 12 de Maio de 2010

Only By The Night

Erm... hallo! *vergonha*

Eu e a Rita pedimos imença desculpa pela ausência; principalmente eu porque é a minha vez de postar e desde Março não ponho cá os "pés". Não é por falta de capitulos, muito longe disso, só que as minhas outras fic's ocupam-me a cabeça e a escola também e depois acabo por me esquecer. :$

Mas cá estou eu para postar o 8º capitulo ^^'

Lembrei-me hoje x)

Esperamos que estejam a gostar da fic e que não tenhamos perdido leitoras :x

Bjo. <3

 

 

 

8º Capitulo

 


 

- Au! – O rapaz queixou-se assim que Kim aproximou o algodão cheio de álcool do seu ferimento.

 

- Hey! Então? Eu nem te toquei e já te estás a queixar? – Troçou risonha enquanto começava a limpar todo o sangue em volta da ferida e a própria ferida em si. Recebendo quase um grito em forma de gemido por parte de Tom.

 

- Essa porcaria arde. – Pinchou, estremecendo a cada passagem do algodão na sua pele magoada.

 

- Nunca ouviste dizer que o que arde cura? – Guardou aquele pedaço de algodão e procurou uma ligadura para que pudesse enrolar o cotovelo do de tranças.

 

- Então que peguem fogo aos hospitais. – Revirou os olhos assumindo um ar cómico involuntariamente.

 

Kimberly gargalhou. – És tão parvo. – Disse terminando o curativo. – Pronto. – Sorriu. – Tens dores? – Questionou preocupada.

 

- Não. – Abanou a cabeça.

 

- A sério, Tom, desculpa. Não era minha intenção magoar-te. – Pediu suplicante. Necessitava ter o perdão dele.

 

Ele soltou um grunhido e logo de seguida agarrou as duas mãos, que remexiam, atrofiadas, na caixa de primeiros socorros. Ela olhou-o nos olhos, eram tão brilhantes, tão tentadores. Kimberly mordeu o lábio inferior num acto inconsciente, até dar conta que estava a ser sentada onde o de tranças havia estado sentado.

 

- O que estás a fazer? – Arregalou os olhos e apreciou as mãos do de cabelos negros.

 

Os dedos eram compridos e magros, o polegar era proporcional a todas as formas das suas mãos. Não era muito pequeno nem muito grande, era perfeito.

Tom ajoelhou-se à sua frente, tocando com o peito nos joelhos de Kimberly. Ela riu nervosa, assim que este embebedou uma bola de algodão com álcool.

 

- Também te magoaste, não foi? – Olhou-a sob as pestanas, enquanto arrumava de novo a embalagem do desinfectante. – Estende a mão. – Pediu descontraído.

 

A morena estendeu-lhe a mão, virando a palma da mesma para cima. Via nos pequenos cortes, novo sangue quente reaparecer, originando pequenas borbulhas vermelhas que escorriam pelos seus finos dedos, como rios de lágrimas.

Ela guinchou assim que o ardor se apoderou da sua mão.

 

- Então? – Riu. – Depois eu é que sou o parvo?

 

- Continuas a ser… - Respondeu com um sorriso.

 

Ele sorriu, arfando logo de seguida. Colocou-lhe o penso e deitou o algodão no lixo, aproximando-se de novo da mais nova, que estava em pé, preparada para arrumar a mala branca.

 

- O que foi? – Arqueou o sobrolho e estremeceu, com o toque do polegar masculino nos seus lábios. – Tom…?

 

Ele recuou um passo. – Tinhas sangue… aí… - Apontou e sentou-se, ligando a televisão.

 

Kimberly arrumou as coisas e sentou-se ao lado do amigo, assustada com aquele momento que para ela parecia ser tão íntimo.

 

- Desculpa… - Voltou a pedir.

 

- Não te cansas de pedir desculpa? – Tom não a fitou.

 

- Não. Desculpa.

 

- Não peças desculpa. – Bufou.

 

- Podia ter-te magoado a sério.

 

- Mas não magoaste. – Disse rápido. – Olha, quem é que estava a cantar há bocado?

 

O corpo, mínimo, da morena, deslizou, automaticamente, pelo sofá, quase caindo. Encolheu-se por completo e corou. E agora? Ele iria descobrir…

 

- Ninguém. – As suas bochechas ganharam calor.

 

- Tens a certeza? – Olhou-a com minúcia. – A voz vinha daqui. – Começou a enumerar factos com os dedos. – Não tens aqui nenhum gravador ou coisa que pareça. Estás sozinha em casa. Estás completamente vermelha. – Encarou os seus olhos azuis. – Então só há uma explicação: estás a mentir. – Concluiu exibindo um sorriso vitorioso assim que a viu corar ainda mais – se é que era possível.

 

- Como é que podes ter tanta certeza? – Questionou semicerrando os olhos.

 

- Tenho tanta certeza daquilo que estou a dizer, como… - Dirigiu a sua mão até à sua orelha esquerda. – Tenho de que tu tinhas isto aqui. – Riu assim que tirou, sem qualquer explicação, uma rosa por detrás da orelha da rapariga. E riu ainda mais assim que ela o encarou de boca aberta.

 

- Como…? – Apontou para a planta. – Como é que fizeste isso? – Perguntou-lhe incrédula e com um brilho no olhar completamente entusiasmado.

 

- Primeiro tens de me dizer quem estava a cantar ainda abocado. – Chantageou risonho.

 

- Oh! – Voltou a corar. – Pronto, era eu. – Baixou o rosto envergonhada. – Estás contente agora? Podes te rir à vontade e desatar aí a dizer que tenho uma voz horrível e que mais um bocado partia os vidros e… - Tom silenciou-a colocando um dedo nos seus lábios e elevando-lhe o rosto.

 

- Hey. – Sussurrou. – Não é nada disso. – Sorriu-lhe. – Muito pelo contrário. – Acariciou-lhe o rosto. – Tu cantas maravilhosamente bem. Tens uma voz fantástica. Enfeitiçou-me tanto ou mais como quando ouço a voz do meu irmão. – Ela sorriu acanhada.

 

- Agora tens de me contar como fizeste isso. – Pedinchou.

 

- O segredo é a alma do negócio. – Gargalhou assim que Kim exibiu um ar completamente indignado.

 

Ele lançou-lhe um olhar terno, doce. Algo que ela era incapaz de resistir, sentindo-se a derreter por completo e a evaporar para sempre. Como é que ele conseguia fazer aquilo? Deixá-la desarmada, com um simples olhar caramelizado, dissolvido com o mais puro dos chocolates.

Ele levantou-se, levando a guitarra ao ombro. Ao inicio soltou um abafado gemido, mas, depois, endireitou as costas e agarrou o casaco, seguido pela mão suave e acetinada da rapariga.

 

- Não… - E não pôde dizer mais nada.

 

O rapaz já a estava a arrastar para as escadas de emergência, normalmente utilizadas em caso de incêndio. O seu corpo tremelicava com o frio, o orvalho escorria no lado de fora das janelas dos prédios, o nevoeiro predominava a noite.

Degrau a degrau, foram para o telhado do prédio. Conseguiam ver em como era bela a cidade à noite, revista por luzes de altos candeeiros, em como as pontes eram cobertas por luzes amareladas.

Kim arrepiou-se ainda mais, quando o tronco quente embateu nas suas costas.

Ela tremia de frio e de medo por estar ali sozinha com aquele jovem.

As mãos de Tom passearam pelos seus braços tentando aquecê-la.

 

- Tens frio… - Sobrepôs-lhe o casaco nas costas. – Veste.

 

Ela assentiu e sentiu-se mais aconchegada naquele enorme casaco que fazia duas ou mais de si. Tom tirou algo do bolso semelhante a uma venda e vendou-lhe os olhos, fazendo-a sobressaltar-se automaticamente.

 

- Calma. – Murmurou-lhe ao ouvido. – Eu quero que tu te sentes e esqueças completamente que eu estou aqui. – Fez com que se sentasse no chão. – Sente apenas as notas que a minha guitarra liberta e liberta-te a ti própria. – Sentou-se à sua frente com o seu instrumento ao colo. – Não tenhas medo. – Passou os seus dedos levemente pelas cordas.

 

Algo na voz dele fazia com que ela ficasse completamente à vontade, segura, sem medos. Era como se ele fosse o seu tranquilizante pessoal. Algo que ela não conseguia explicar.

Os primeiros acordes soaram. E a pouco e pouco a voz cada vez menos tímida de Kimberly começou a acompanha-los.

Estou: envergonhada >
Oiço: Forever Now - Tokio Hotel

By мєℓαηιє кαυℓιтz às 20:22
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12 comentários:
De a.nee a 4 de Junho de 2010 às 15:17
O Tom é tão "menino" xDD E depois tem saidas muitos toscas como aquela do colocar os hospitais a arder -.-'
Gerou-se ali um clima bue romélico, eles sao adoraveis *____* E o promenor da mágica com a rosa awwww Derreti-me minha gente.

vou ler o proximo

bjinhozz


De Anne a 28 de Maio de 2010 às 03:26
Não sei se ja te pedi esse favor, se jáá desculpe pela repetição.. XD

Vc pode divulgar meu blog de fanfic ??

o link  é http://fics-fanfic.blogspot.com/Obrigada (http://fics-fanfic.blogspot.com/Obrigada) !


De ~ Patrícia a 13 de Maio de 2010 às 17:46
Omg
*-*

Que foufooos !

Quero mais
pff
Image

beijinho


De Bi a 12 de Maio de 2010 às 23:45
postaram *-*
oh q captulo tao fofinho :D
eles sao tao queridos , um p outro xb

Beijinho*


De Desconhecida a 12 de Maio de 2010 às 22:56
Olá ^^
Realmente já à muito que não postavas xDDD
Tão queridos um para o outro! *-*
Meteu tanta graça o que o Tom disse! ahahah xDDD "Então que peguem fogo aos hospitais." ahah :bb
Estou a gostar muito ^^
Mais +__+
Beijinhos*


De May a 12 de Maio de 2010 às 22:35
Grande Tom xDDD
mais;
Beijinho.


De Caty a 12 de Maio de 2010 às 22:13
Olá
Muito fofo mesmo já tinha saudades.
O Tom é muito querido com ela.
Bjs


De M a 12 de Maio de 2010 às 21:21
tive agora ler os outros capitulos que tinha em falta e estou a adorar (:
ai que fofo este capitulo ++.
xoxo.


De • Smartie a 12 de Maio de 2010 às 21:15
oww, que fofura..gostei muito *.*
mais ^^

beijinhoo*


De Rian a 12 de Maio de 2010 às 21:04

Adorei (:
Posta rápido.


Segue o exemplo ^^

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